Por que "A Última Notícia"? Porque o Retorno de Jesus Cristo é iminente, e a notícia que está agora “no ar” pode ser a última:
“...quando virdes todas essas coisas, sabei que Ele está próximo, às portas”
(Mateus 23:32-33).

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

A INVASÃO DE ISRAEL – parte 5 (final)

Nas últimas semanas, estudamos as profecias de Ezequiel, que deixam claro que, num futuro próximo, a situação do Oriente Médio, longe de se resolver por meios pacíficos, será agravada. O autor Bill Salus, em seu livro “Israelestina: Os Antigos Planos para o Futuro do Oriente Médio”, mostra que há três ataques contra Israel programados na agenda dos tempos finais: primeiro, o evento descrito no Salmo 83 (a guerra árabe-israelense), seguido prontamente por Ezequiel 38-39 (a invasão russo-persa/iraniana) e finalmente a campanha do Armagedom. Ele alerta que esses acontecimentos estão às portas, posicionados como pedras de dominó enfileiradas: basta a deflagração de um único movimento e toda a seqüência ocorrerá rapidamente.
Bill Salus entende que isso ocorrerá durante a Tribulação, após o arrebatamento; eu, porém, discordo. Na minha modesta opinião, esses fatos todos – a destruição de Damasco, a invasão de Israel por nações lideradas pela Rússia e a derrota dessas forças em território israelense – podem muito bem ocorrer antes da Tribulação. Somente a batalha de Armagedom será mais tarde, no fim da Tribulação.
Veja a seqüência que imaginei:
1 – Tensão e guerra entre Israel e Síria, talvez por causa da interferência síria sobre a invasão de Gaza;
2 – Damasco é destruída pelas forças israelenses;
3 – Países islâmicos clamam à Rússia por socorro, invocando os termos de um tratado de proteção mútua;
4 – A coalizão de nações (Rússia, Turquia, Líbia, um ou mais países da Europa Oriental, Etiópia, talvez incluindo tropas do Sudão, e evidentemente o Irã) invade Israel, sendo derrotada de forma sobrenatural. A destruição das forças invasoras é tão completa que Israel levará sete meses para enterrar os soldados mortos no conflito, e as armas recolhidas como despojo servirão como combustível por sete anos!
5 – Isto força a comunidade internacional a assinar um acordo de paz com Israel, resolvendo de vez a questão do Oriente Médio. Talvez surja desse acordo (que dá início aos sete anos da Tribulação) uma permissão para Israel recontruir seu Templo. Esse acordo tem três pontos importantes: (a) provavelmente será assinado pelo líder mundial preconizado nas profecias como o Anticristo, (b) dá início ao período de sete anos da Tribulação, e (c) será quebrado unilateralmente pelo Anticristo três anos e meio depois, revelando aos judeus que aquele em quem depositaram sua confiança os traiu, e o verdadeiro Messias de Israel é Jesus de Nazaré, a quem traspassaram. É nesse ponto que o Anticristo resolve se assentar no Templo como se fosse Deus e passa a perseguir os judeus de uma forma nunca vista na História da Humanidade.
6 – Em algum momento antes da assinatura desse acordo se dará o Arrebatamento, quando poucos estiverem atentos ao soar da trombeta, e muitos preocupados com a situação mundial.
Este é o meu entendimento.
Tim LaHaye, autor da série de sucesso “Deixados Para Trás”, em seu livro “Estamos Vivendo Os Últimos Dias?” é de opinião que a invasão de Israel pelas nações coligadas acontecerá vários anos antes da Tribulação, mas nada diz sobre o episódio sírio. Em todo caso, há algumas divergências menores, mas todos os estudiosos concordam em quase tudo: o cenário no Oriente Médio ficará cada vez mais complicado e sombrio; Israel perderá o ultimo resto de apoio que ainda tem de outras nações e da opinião pública; haverá uma intervenção sobrenatural de Deus e o povo judeu será preservado. Salus discorda, mas a maioria dos estudos indica que isso tudo, menos Armagedom, ocorrerá antes da Tribulação. A famosa batalha do Armagedom não será nessa época, mas sim no final do período de sete anos da Tribulação, em outro contexto.
Arno Froese, em artigo publicado na revista "Notícias de Israel" de setembro de 2000, esclarece que o conflito no Oriente Médio não pode ser resolvido por diplomatas, nem pelos Estados Unidos, nem pela Europa e nem pelas Nações Unidas. Apenas o próprio Senhor Jesus, o Príncipe da Paz, haverá de consegui-lo, pois Ele pagou o preço pela paz. Ele sozinho é capaz de promover a reconciliação entre árabes e judeus, parentes de sangue (pois ambos os povos descendem de Abraão!); não se trata da paz que é elaborada por hábeis políticos, num pedaço de papel, mas sim da paz que Ele ordenará com base em Suas palavras: "Está consumado"! Essas palavras estão seladas com Seu sangue eternamente eficaz. O verdadeiro preço pela paz já foi pago por completo!
Quando Israel finalmente O enxergar como Aquele a quem eles traspassaram e O reconhecerem como Salvador do mundo, o Messias de Israel, isto não mais ficará em segredo, mas também atingirá todas as nações ao redor. Deus, então, fará cumprir todas as promessas que deu aos filhos de Abraão, judeus e árabes! O profeta Isaías previu o poder unificador do Senhor há mais de 2.700 anos: "Naquele dia, haverá estrada do Egito até à Assíria, os assírios irão ao Egito, e os egípcios, à Assíria; e os egípcios adorarão com os assírios. Naquele dia, Israel será o terceiro com os egípcios e os assírios, uma bênção no meio da terra; porque o SENHOR dos Exércitos os abençoará, dizendo: Bendito seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra de minhas mãos, e Israel, minha herança".

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vilma disse...

Seu blog é de excelente qualidade.Parabéns.Estarei te seguindo.Graça e paz

Georges disse...

Obrigado, Vilma. O espaço é seu, fique à vontade para comentar.

NOTA:
Dentro de alguns dias passaremos por mudanças. Por motivos logísticos, o blog "A Última Notícia" passará a fazer parte do "Doa a quem doer" (http://doa-a-quem-doer.blogspot.com/), conforme a vontade de quase 70% dos participantes da enquete nos dois blogs. Portanto, se estivermos "fora do ar" por algumas horas nos próximos dias, por favor não se desespere e volte depois de um dia ou dois. O novo layout está sendo finalizado, e esperamos que você goste.
Um abraço!