Por que "A Última Notícia"? Porque o Retorno de Jesus Cristo é iminente, e a notícia que está agora “no ar” pode ser a última:
“...quando virdes todas essas coisas, sabei que Ele está próximo, às portas”
(Mateus 23:32-33).

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

A INVASÃO DE ISRAEL!

Já vai para um mês a ação ofensiva de Israel na Faixa de Gaza. Muito se fala e se discute na imprensa, de modo que não entraremos no mérito do que já foi e é amplamente noticiado. Chamamos a atenção para fatos que podem estar passando despercebidos. Por exemplo, dentre as diversas sugestões para por fim ao conflito, há a instituição de um comitê de nações que teriam o papel de fiscalizar o cessar-fogo e atuar como árbitros na questão.
Entre essas nações duas nos chamam a atenção: a Síria e a Turquia. Ambas são predominantemente islâmicas, e embora tentem passar para a opinião pública ocidental a imagem de nações modernas, na verdade ambas ainda vivem no tempo de Maomé e não toleram os que discordam da linha-dura de seus respectivos governos. Cristãos e judeus são constantemente vítimas de atentados e perseguições sistemáticas. Não se tem notícias de eleições democráticas nesses países. Sobre a Turquia pairam recorrentes acusações de corrupção em todos os níveis, o que, aliás, tem atrasado o seu ingresso na União Européia. Logicamente, como países de maioria islâmica, ambos são historicamente anti-Israel. É espantoso que países com esse perfil possam integrar uma comissão como a que está sendo proposta.
Mas o que é mais interessante é que os planos de Deus não podem ser impedidos. Aquilo que a Bíblia profetizou há muitos séculos um dia há de se cumprir, mais cedo ou mais tarde para os nossos padrões, mas na hora certa para o padrão de Deus.
O livro do profeta Ezequiel traz uma profecia terrível, das mais conhecidas por aqueles que estudam os últimos dias. Nos capítulos 38 e 39, Deus diz que uma coligação de nações virá invadir Israel, comandadas por um líder que virá “das extremidades do norte”, com um poderoso contingente; mas que miraculosamente, Deus intervirá pessoalmente na batalha para salvar Seu povo. A mortandade entre os invasores será tão grande que Israel levará sete meses para enterrar os mortos nessa guerra relâmpago. Então surgem as perguntas inevitáveis: quem seriam esses invasores, e quem seria esse “rei do norte”? E as nações coligadas, podemos identificá-las hoje em dia? Quando sucederão esses eventos espantosos?
Estudiosos como Tim LaHaye, Thomas Ice, Arno Froese, Norberth Lieth e outros, como o site Bible Prophecy End Times (http://www.bibleprophecyendtimes.com/), concordam unanimemente que a Rússia é identificada como "Gog, da terra de Magog, o chefe Meseque, príncipe de Tubal" (Ezequiel 38:2, 3). Há três razões para crer que Magog é a Rússia:
- Primeira: Um estudo detalhado da lista das nações em Gênesis 10 mostra que Magog, um neto de Noé (Gênesis 10:2), instalou-se na área que hoje é ocupada pela Rússia.
- Segunda: A direção a partir da qual a invasão vem é o "norte" (Ezequiel 38:15 e 39:2). Na direção norte, a partir de Israel, a região que poderia ser identificada como “extremo norte” é a Rússia.
- Terceira: A melhor tradução de Ezequiel 38:2 é "Gog, da terra de Magog, o príncipe de Ros, Meseque e Tubal". Não é difícil ver que Ros lembra Rússia, Meseque lembra Moscou ("MSK"?) e Tubal, Tobolsk. Tim LaHaye, em seu livro “Estamos Vivendo os Últimos Dias?”, discorda um pouco dessa interpretação, mas não podemos negar que ela é bem consistente.
Outras nações também irão aderir à Rússia nessa invasão a Israel. Quem seriam? De acordo com Ezequiel 38:5-6, são a Pérsia, Cuxe, Pute, Gomer e Togarma, do "extremo norte". Muito já se especulou sobre esses países ou povos, mas há consenso de que a Pérsia é o atual Irã; Cuxe é a Etiópia, Pute é a Líbia. Gomer tem sido identificado com os povos germânicos da Alemanha e/ou eslavos da Europa Oriental, e Togarma, que também está ao norte de Israel, é a Turquia.
Seria possível tal coligação de países numa invasão armada a Israel? A Etiópia, por exemplo, não pode ser vista neste momento como uma nação capaz de participar de uma guerra externa. E a Turquia, que justamente agora está sendo cogitada para fazer parte de uma força de paz, será que mudaria suas intenções? Ou será que a Turquia nunca teria, de fato, intenção de ser “agente da paz”? E onde foi parar a Síria, da qual não há menção nos textos de Ezequiel?

Discutiremos essas questões na próxima postagem. Até lá.

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NOTA:
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