Por que "A Última Notícia"? Porque o Retorno de Jesus Cristo é iminente, e a notícia que está agora “no ar” pode ser a última:
“...quando virdes todas essas coisas, sabei que Ele está próximo, às portas”
(Mateus 23:32-33).

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Ameaça no fundo do mar: aquecimento global faz o Ártico liberar metano, potente gás do efeito estufa

Cientistas viajando a bordo de um navio russo descobriram no Ártico a primeira evidência de que podem estar sendo liberadas na atmosfera milhões de toneladas de metano, um gás do efeito estufa, vinte vezes mais potente do que o dióxido de carbono. Dados preliminares da expedição, liderada pelo pesquisador Örjan Gustafsson, da Universidade de Estocolmo, sugerem que grandes depósitos de metano armazenados nas profundezas estão literalmente borbulhando na superfície do Oceano Ártico, à medida em que a região se torna mais quente e a sua cobertura de gelo se retrai. Os depósitos de metano são importantes porque cientistas acreditam que, no passado, uma liberação semelhante teria sido responsável por uma elevação rápida das temperaturas, gerando mudanças climáticas abruptas que causaram, por sua vez, extinções em massa de plantas e animais.
Grandes bolhas no oceano - Os pesquisadores, que percorreram toda a costa norte da Rússia, descobriram grandes concentrações de metano em várias regiões que cobrem milhares de quilômetros quadrados da plataforma continental siberiana. O fato estaria ligado ao acelerado aquecimento das águas locais nos últimos anos.— Descobrimos uma área em que a liberação de metano é tão intensa que o gás não teve tempo de dissolver-se na água do mar, emergindo em grandes bolhas — relatou o pesquisador sueco. — Essas chaminés de metano foram comprovadas com a ajuda de sensores no fundo do mar e aparelhos que medem a movimentação sísmica.Por ser um gás do efeito estufa cerca de vinte vezes mais potente do que o dióxido de carbono, os cientistas temem que a liberação na atmosfera de grandes quantidades de metano venha a acelerar o aquecimento global e gerar um círculo vicioso, no qual as temperaturas maiores aumentariam o derretimento do solo, liberando mais metano, que aceleraria o aquecimento.
O gás que os cientistas temem - O gás metano é produzido naturalmente pela decomposição de matéria orgânica, entre outras causas. Durante milhares de anos, ele se acumulou debaixo do solo dos oceanos e foi tirado de circulação por causa do efeito impermeabilizante da camada gelada. Como o dióxido de carbono, suas concentrações na atmosfera aumentaram significativamente desde a Revolução Industrial, passando de 700 partes por bilhão (ppb), em 1800, para as atuais 1790 ppb. Muito disso se deve a atividades humanas, como a agricultura (já que ele também é liberado durante a digestão dos animais) e a exploração de gás e petróleo.Nos últimos dez anos, as concentrações globais de metano se mantiveram estáveis. Mas em 2007, pela primeira vez em uma década, foi registrado um aumento, que deve se repetir em 2008.As "chaminés de metano" foram identificadas graças a uma sonda sísmica utilizada pelos cientistas. A região do Ártico tem apresentado um aumento médio de quatro graus centígrados em suas temperaturas nas últimas décadas, o que acarreta o derretimento das geleiras.
Fontes: Jornal da Ciência (SBPC) 24 de setembro de 2008; jornal O Globo, mesma data; Blog de Sidney Rezende, mesma data (http://www.sidneyrezende.com/noticia/19005+artico+libera+chamines+de+metano)

COMENTÁRIO DA NOTÍCIA: Que conseqüências poderiam advir de um cataclismo nas profundezas oceânicas? Algo como um terremoto ou a queda de um corpo celeste? Não é preciso ser um cientista premiado para imaginar que uma grande quantidade desse gás metano poderia ser liberada e ameaçar a vida marinha em grande escala. Pois a Bíblia anuncia que, em algum ponto do futuro, um terço de toda a fauna do mar será exterminada:
O segundo anjo tocou a sua trombeta, e foi lançado no mar como que um grande monte ardendo em fogo, e tornou-se em sangue a terça parte do mar. E morreu a terça parte das criaturas viventes que havia no mar, e foi destruída a terça parte dos navios... O nome da estrela era Absinto; e a terça parte das águas tornou-se em absinto, e muitos homens morreram das águas, porque se tornaram amargas" (Apocalipse 8:8, 9, 11).
Depois, com a intensificação dos juízos sobre o planeta, o restante da vida marinha também é exterminado: “O segundo anjo derramou a sua taça no mar, que se tornou em sangue como de um morto, e morreu todo ser vivente que estava no mar” (Apocalipse 16:3).
Não sabemos exatamente como se dará essa terrível ocorrência, mas o texto sagrado nos informa que será logo após a precipitação de um corpo celeste: “...foi lançado no mar como que um grande monte ardendo em fogo"...
Em artigo anterior, comentamos que o monte precipitado no mar poderia ser interpretado como uma nação de destaque entrando em bancarrota; agora, nesta outra linha de pensamento, uma interpretação literal apontaria para um evento cósmico de conseqüências sísmicas devastadoras para o eco-sistema mundial.
Possivelmente, o cataclismo ocasionado poderia desencadear a emissão maciça de gases que causariam a morte de milhões de criaturas marinhas. O que sabemos é que as Escrituras não falham, e coisas que até há pouco tempo pareciam impossíveis agora já se desenham e se anunciam para breve. Jesus está voltando!

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Crise financeira empurra a Europa para um governo econômico comum

France Presse: BRUXELAS - A crise financeira talvez esteja conseguindo o que quase dez anos de moeda comum não conseguiram: começar a dotar a Europa de um governo econômico [unificado], no qual os Estados sigam as mesmas pautas e trabalhem lado a lado com o Banco Central Europeu (BCE). A gestação desse governo é difícil, tal como demonstraram as divisões das últimas semanas entre os países da UE a propósito da estratégia ante a crise. No entanto, a reunião de cúpula da Zona do Euro e as medidas coordenadas e quase concomitantes de apoio ao setor bancário que vários países europeus começaram a anunciar aos poucos na semana passada marcam uma virada. Além do apoio coordenado aos bancos, o presidente francês Nicolas Sarkozy anunciou que na próxima reunião de cúpula da UE será examinada a criação de um "mecanismo de crise" europeu para o futuro. Esse mecanismo seria organizado em torno da Presidência da UE, da Comissão Européia, da Eurozona (composta por 15 dos 27 países da União) e do BCE.
Além disso, na reunião de cúpula de Bruxelas serão apresentadas propostas para relançar a idéia de uma regulação européia do setor financeiro, atualmente fragmentada entre vários Estados zelosos de suas prerrogativas nacionais. Até o momento, os governos não conseguiram chegar a um acordo. "Esta crise mundial, em vez de explodir a Europa, reforçou a necessidade de conversarmos, de nos entendermos, e de adotarmos compromissos", destacou Sarkozy.
"Nunca, desde que exerço as funções de primeiro-ministro e ministro das Finanças, vi a Europa governada com tanta intensidade", comentou o chefe de governo luxemburguês e presidente do Eurogrupo Jean-Claude Juncker. Segundo ele, a harmonia existente entre as capitais européias "não é muito diferente" do governo econômico que os europeus mais convencidos desejam há uma década. A criação do mercado único em 1993 apenas foi acompanhada de progressos tangíveis em harmonização de políticas econômicas, já que cada país tentou manter a máxima autonomia possível. Concretamente, o âmbito fiscal é um dos assuntos que suscitam mais divergências.
A Zona do Euro, criada em 1999, possui uma instituição supranacional para a política monetária, o Banco Central Europeu, mas carece de uma liderança política comum dos governos. Nem a formação do Eurogrupo nem o Pacto de Estabilidade conseguiram preencher esse vazio. E dada a interdependência econômica na UE, os quinze países "precisam" da Grã-Bretanha, que se nega a adotar a moeda única, aponta Nicolas Véron, economista do Centro Bruegel, um instituto de reflexão de Bruxelas.
"As decisões dos países do Eurogrupo deverão marcar uma etapa importante no processo de unificação européia", destaca Jean-Dominique Giuliani, da Fundação Robert Schuman. Mas apesar das dificuldades, "os europeus mostram que pode haver uma unidade de visão, uma aplicação comum de medidas de política econômica e financeira no território da União", disse.

Fonte: Veja On-Line, http://www.abril.com.br/noticias/economia/crise-financeira-empurra-europa-governo-economico-comum-131002.shtml

ANÁLISE DA NOTÍCIA: Nos anos da Guerra Fria, julgava-se impossível uma futura unificação européia. Aqueles que acreditavam na profecia bíblica, a qual afirma que no futuro haverá um império unificado sob a liderança de um governo mundial, eram ridicularizados. Mesmo quando nos anos 60 formou-se o Mercado Comum Europeu os céticos recusaram-se a admitir que haveria uma moeda única na Europa. E hoje o Euro está aí, uma realidade palpável e muito mais forte que o Dólar Americano. Agora, quando as nações da Terra a cada dia se unem mais, vemos que se aproxima o dia em que surgirá um homem forte, mais cruel que Hitler e Stalin, disposto a governar o mundo com mão de ferro, subjugando a tudo e a todos. Quem a ele se opuser será esmagado, e os que se recusarem a carregar a sua marca na mão direita serão considerados inimigos. Apocalipse 13 anuncia essa era terrível que há de cair sobre terra:
“Então vi subir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças nomes de blasfêmia... e o dragão deu-lhe o seu poder e o seu trono e grande autoridade... e adoraram o dragão, porque deu à besta a sua autoridade; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? quem poderá batalhar contra ela? ... Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua e nação. E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo... E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte, para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome”.
Salve-se desses tempos tenebrosos, entregando sua vida hoje mesmo a Jesus Cristo. Só Ele pode salvar você da perdição.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Crise finaceira: cai uma potência

O livro de Apocalipse faz menção a algo semelhante a um monte em chamas, que, no período conhecido com o "fim dos dias”, será lançado ao mar. Segundo estudiosos, isso parece indicar que, nos dias vindouros, uma potência mundial entrará em colapso e cairá, para dar lugar a outra. “O segundo anjo tocou a trombeta, e uma como que grande montanha ardendo em chamas foi atirada ao mar, cuja terça parte se tornou em sangue” (Apocalipse 8:8). Sobre esse assunto, Benedikt Peters escreveu: “O monte incandescente representa uma grande potência que vai a pique” (Benedickt Peters, Geöffnete Siegel, p.82). W. Scott comenta: “O fato desse monte estar em chamas significa que Deus usará essa potência para exercer juízo”. Da mesma forma o interpreta W. J. Ouweneel, que vê na figura do monte uma grande potência mundial. A queda dessa potência terá conseqüências fatais para a maior parte da população do mundo: “...e morreu a terça parte da criação que tinha vida, existente no mar, e foi destruída a terça parte das embarcações” (Apocalipse 8.9). O “mar” também é uma figura empregada para representar as nações (mar dos povos); ele é inquieto, sempre está em movimento (Salmo 125:2-5; Isaías 17:12-13; Ezequiel 26:3; Daniel 7:2-3; Apocalipse 13:1; 17:1-15). O monte cai de sua posição firme para dentro do mar inquieto de um mundo turbulento, causando efeitos catastróficos sobre toda a vida na terra. É muito interessante que, na Bíblia, a “abundância do mar” também significa “a riqueza das nações”: “porque a abundância do mar se tornará a ti, e as riquezas das nações virão a ter contigo” (Isaías 60:5). Portanto, é bem provável que, com essa queda também se perderá um terço da economia global, do comércio, da comunicação e das riquezas. Como resultado, incontáveis pessoas perderão seu meio de subsistência e sua vida. Com reservas, perguntamo-nos:
Poderia a figura do monte referir-se aos Estados Unidos?
Na atualidade, sem dúvida os Estados Unidos representam o “monte” que se eleva acima de todos os outros montes, ou seja, das nações. Diante do poder desse país, todas os outros povos são como planícies. Mas, essa situação permanecerá assim? Não afirmamos que os Estados Unidos cairão completamente, mas talvez perderão sua supremacia, tendo que reparti-la ou entregá-la às demais nações do mundo. A revista alemã Der Spiegel publicou uma reportagem impressionante: “Como Roma na Antiguidade, os Estados Unidos dominam hoje o planeta. Entretanto, o Império Romano fracassou em sua expansão ao ter que manter subjugados, em muitas frentes e ao mesmo tempo, os germânicos, persas e outros povos... A participação americana na produção mundial representa atualmente pouco menos de um terço...”.
Podemos imaginar o que significaria para a humanidade se o poder dos Estados Unidos entrasse em colapso. Teríamos então uma crise financeira de extensão jamais vista! Será possível que, no futuro, os Estados Unidos perderão sua supremacia isolada? Desse modo, um terço da economia mundial seria prejudicada. Será que, por intermédio da decadência da América, a Europa se fortaleceria?
No tocante à guerra no Iraque, o Dr. Immanuel Wallerstein já opinava: “Essa guerra abalará o mundo árabe, bem como a América, e acelerará a separação entre a Europa e os Estados Unidos” (Junge Freiheit,37/2002). Outra afirmação de pesquisadores sobre o futuro merece ser citada: “Se os terroristas tiverem sucesso em outros atentados (...) teremos a ameaça de completa bancarrota de grandes segmentos da economia... Uma guerra contra o terrorismo, prolongada e possivelmente com grandes prejuízos, poderia ter como conseqüência que os investidores preferirão empregar seu dinheiro na Europa ou na Ásia, os Estados Unidos perderão seu papel hegemônico no mundo” (Topic, 8/2002).
No entanto, uma coisa já sabemos hoje: os desenvolvimentos em direção ao tempo do fim estão em curso e vão aumentando sua velocidade. Por isso todos nós devemos, de forma imediata e consciente, orientar nossa vida para esperar o Senhor Jesus Cristo, que está voltando!
Em todo o universo existe apenas um lugar seguro!
Abrigos de proteção contra a radioatividade existem em grande número. No entanto, a verdadeira segurança para o tempo presente e para a eternidade nos é oferecida apenas pela Rocha que se chama Jesus Cristo. Apenas nEle encontramos verdadeira proteção. Somente diante dEle desaparece o temor do futuro. Unicamente nEle encontramos segurança em meio a toda insegurança! Aquele que, por meio da conversão e do novo nascimento, tornou-se propriedade do Filho de Deus, pode clamar juntamente com o salmista e com o profeta Isaías: “Portanto, não temeremos ainda que a terra se transtorne e os montes se abalem no seio dos mares” (Salmo 46:2). “Porque os montes se retirarão, e os outeiros serão removidos; mas a minha misericórdia não se apartará de ti, e a aliança da minha paz não será removida, diz o SENHOR, que se compadece de ti” (Isaías 54:10). Não estamos destinados a desaparecer juntamente com este mundo, mas a encontrar segurança eterna junto a Jesus e a transmitir a outros a mensagem da salvação.
(Adaptado de Chamada da Meia Noite, outubro de 2006, artigo de Norberth Lieth)

Entenda a crise que derrubou as bolsas

Pouca gente sabe mas, na verdade, a crise possui antecedentes desde 2004. Confira.
Entre 2004 e 2006: problemas nas hipotecas
Depois de dois anos, entre 2004 e 2006, quando a taxa de juros subiu de 1% para 5,35%, o mercado imobiliário americano começou a entrar em colapso. Os preços dos imóveis caíram e, mesmo assim, a inadimplência dos mutuários aumentou e a inadimplência em empréstimos do tipo subprime (hipotecas de alto risco para pessoas com histórico ruim de crédito) atingiu níveis recordes.
2007: a crise chega aos bancos
- Em Abril, a New Century Financial, empresa especializada em empréstimos subprime, pediu concordata e demitiu metade dos seus funcionários. Com suas dívidas sendo repassadas para outros bancos, o mercado subprime começou a entrar em colapso.
- Em Julho, o banco de investimentos Bear Stearns disse que seus investidores não conseguiriam resgatar o dinheiro investido em seus fundos. O diretor do Federal Reserve (o banco central americano), Ben Bernanke, diz que a crise do subprime custaria US$ 100 bilhões.
- Em agosto, o banco de investimentos PNB Paribas diz a seus investidores que eles não conseguirão resgatar seus investimentos. É um sinal claro de que os bancos estão se recusando a emprestar dinheiro uns aos outros. O Banco Central Europeu investe 95 bilhões de euros no setor bancário, para melhorar a liquidez. Em seguida, mais 108,7 bilhões de euros são investidos. Os bancos centrais dos Estados Unidos, Canadá e Japão começam a intervir. No dia 1º, o banco suíço UBS revela perdas de US$ 3,4 bilhões. Em seguida, o gigante Citigroup divulga que perdeu US$ 3,1 bilhões. No dia 6 George W. Bush anuncia um plano para ajudar milhões de mutuários com problemas. O Fed coordena, ao lado de cinco bancos centrais, uma ação para empréstimos a outros bancos.
2008: Quem diria, nacionalizações nos EUA
- Bernanke alerta para os efeitos da crise do sistema financeiro na economia real. Os líderes do G7 (grupo dos sete países mais industrializados do mundo) dizem que as perdas com o mercado subprime podem chegar a US$ 400 bilhões. O governo britânico nacionaliza o banco Northern Rock.
- Em março, o Federal Reserve libera mais US$ 200 bilhões para bancos em dificuldade. No dia 17, o quinto maior banco americano, Bear Stearns, é comprado pelo JP Morgan Chase por US$ 240 milhões (um ano antes, o banco valia US$ 18 bilhões). O Fundo Monetário Internacional (FMI) alerta que as perdas devido à crise financeira internacional podem chegar a US$ 1 trilhão ou até ultrapassar esta marca.
- Em abril, o Banco Central da Inglaterra divulga os detalhes de um plano ambicioso, da ordem de 50 bilhões de libras (cerca de R$ 171 bilhões) para ajudar bancos. Esse plano permitiria que estes bancos trocassem dívidas de hipoteca potencialmente arriscadas por títulos do governo, mais seguros. O FBI prende 406 pessoas, incluindo corretores e empreiteiros, como parte de uma operação contra supostas fraudes em financiamentos habitacionais que alcançam valor de US$ 1 bilhão.
- Em julho, o banco de hipotecas americano IndyMac entra em colapso e se torna o segundo maior banco a falir na história dos Estados Unidos.
- Em agosto, o governo dos EUA nacionaliza as empresas de hipoteca Freddie Mac e Fannie Mae. - Em setembro, o Lehman Brothers, o quarto maior banco de investimentos dos Estados Unidos, registra perdas de US$ 3,9 bilhões e, em seguida, a empresa entra com pedido de concordata. O Merrill Lynch, um dos principais bancos de investimento americanos, concorda em ser comprado pelo Bank of America por US$ 50 bilhões para evitar prejuízos maiores.
- O Fed anuncia um pacote de socorro de US$ 85 bilhões para tentar evitar a falência da seguradora AIG, a maior do país. O governo dos EUA assume o controle de quase 80% das ações da empresa. A imprensa noticia que o Washington Mutual (WaMu), financiador de hipotecas e maior instituição de poupança dos Estados Unidos, se colocou em leilão como forma de ampliar os esforços para se salvar, em meios aos graves problemas financeiros que atravessa. O Washington Mutual é fechado por agências reguladoras e vendido para seu adversário, o Citigroup.
- A crise se alastra mais pelo setor bancário europeu com a nacionalização parcial do grupo belga Fortis, para garantir sua sobrevivência. Autoridades na Holanda, Bélgica e Luxemburgo aceitam investir 11,2 bilhões de euros na operação. A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos rejeita o pacote de US$ 700 bi proposto pelo governo americano para socorrer instituições financeiras afetadas pela crise. Os legisladores retomam as negociações para realizar uma nova votação na Casa. O Wachovia, o quarto maior banco americano, é comprado pelo Citigroup. Na Grã-Bretanha, o governo confirma a nacionalização do banco de hipotecas Bradford & Bingley.
Fonte: Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, http://www.bancariosrio.org.br/
NOTA:
Dentro de alguns dias passaremos por mudanças. Por motivos logísticos, o blog "A Última Notícia" passará a fazer parte do "Doa a quem doer" (http://doa-a-quem-doer.blogspot.com/), conforme a vontade de quase 70% dos participantes da enquete nos dois blogs. Portanto, se estivermos "fora do ar" por algumas horas nos próximos dias, por favor não se desespere e volte depois de um dia ou dois. O novo layout está sendo finalizado, e esperamos que você goste.
Um abraço!